Cão
obediente

Enviado por Paulo Tonetta, São
Paulo-Capital
Saída de mestre
Enviado por Joni Lopes, Teresópolis-RJ
22 abril, 2008
Mineirim, miudinho, todo tímido,
embarca à noite no ônibus do Rio de Janeiro com destino
a Belo Horizonte. Seu colega de poltrona, um negão de quase
dois metros, parrudo, com cara de poucos amigos. O negão
tira o maior ronco. O mineirim fica todo enjoado com as curvas
da estrada. A certa altura, o mineirim não agüenta
e vomita todo o jantar no peito do negão. Mineirim fica
no maior desespero, mas o negão continua roncando. Chegando
na parada para lanche, o negão acorda, passa a mão
no peito todo melecado. Olha indignado e confuso para o mineirim,
que imediatamente bate a mão em seu ombro e pergunta:
- Cê miorô?
Exemplo horripilante
Enviado por Joni Lopes,
Teresópolis-RJ
9 abril, 2008
O cara passa no Mercado Central
e compra um papagaio. Quando chega em casa é aquela decepção.
O papagaio resmunga, reclama e xinga o dia inteiro. O dono tenta
amansar o louro lendo poesia, tocando musica clássica,
falando palavras doces, mas não teve jeito. Então
muda o tratamento: passa a gritar, bater, ameaçar, mas
o papagaio ficava pior e pior.
Num momento de fúria, o
dono pega o papagaio e joga dentro do freezer. O papagaio xinga
de tudo quanto é nome feio. Subitamente, menos de 20 segundos
depois, cala-se sem terminar o ultimo palavrão. Pensando
ter matado o bicho, o dono abre a porta do freezer e o louro começa
seu discurso:
- Sei que meu linguajar tem sido mais do que inapropriado a este
ambiente familiar, e que minha atitude não condiz com a
atenção que o senhor tem me dispensado. Gostaria
de apresentar-lhe minhas sinceras desculpas e colocar que daqui
em diante me portarei adequadamente.
- Isso é bom mesmo! - retruca o dono.
E o louro quase chorando, pergunta:
- Só por curiosidade, o que foi que o frango fez?
Namoro de loira
Enviado por Joni Lopes,
Teresópolis-RJ
29 fevereiro, 2008
Era um namoro desenfreado. Beijo
pra lá, beijo pra cá. Lá pelas tantas...
- Não quer ir para o banco de trás? - diz ele visívelmente
excitado.
- Para o banco de trás não.
O namoro continua. Mais beijo, mais aperto, mais amasso e...
- Não quer mesmo ir para o banco de trás? diz ele
ainda morrendo de vontade.
- Não, não quero.
O pobre rapaz, já meio desnorteado, continua no beija-beija,
esfrega-esfrega até que...
- Tem certeza de que não quer ir para o banco de trás?
- já desesperado.
- Mas que coisa! Já te disse que não! Claro que
não!
Desesperadíssimo, pergunta:
- Mas por que?
- Porque prefiro ficar aqui, pertinho de você...
Humildade mineira
Enviado por Walmor Ruggeri, Rio
de Janeiro-Capital
24 fevereiro, 2008
Três paulistas querendo contar
vantagem pro mineirim:
1º paulista: "Eu tenho
muito dinheiro... Vou comprar o Citibank!".
2º paulista: "Eu
sou muito rico... Vou comprar a Fiat Automóveis".
3º paulista: "Eu
sou um magnata... Vou comprar a Petrobras".
E os três ficam esperando
o mineiro vai falar. O mineirim dá uma pitada no cigarro
de "paia", engole a saliva, faz uma pausa e diz:
- Uai, num vendo...
A briga
Enviado por Joni Lopes,
Teresópolis-RJ
15 fevereiro, 2008
Não se sabe como, mas um
turco, dono de uma loja de tecidos, na Ladeira Porto Geral, conseguiu
pegar dinheiro emprestado de um judeu, dono de um atacado de tecidos
lá na José Paulino. Acontece que o turco nunca pagava
nenhuma de suas dívidas, e o judeu nunca deixava de receber
o que lhe deviam.
O tempo passa, o turco enrolando
e o judeu atrás dele. Até que um dia eles se cruzaram
no bar de um português, lá na 25 de março
e começaram uma discussão. O turco, encurralado,
não encontrou outra saída. Pegou um revólver,
encostou na cabeça e disse: "Eu posso ir para o inferno,
mas não pago esta dívida!". Puxou o gatilho,
caindo morto no chão.
O judeu não deixou por menos. Pegou o revólver do
chão, encostou na sua cabeça e disse: "Eu vou
receber esta dívida, nem que seja no inferno!". Puxou
o gatilho e caiu morto no chão.
O portuga, que a tudo observava,
pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça
e disse: "Pois eu não perco esta briga por nada, ó
pá!".
Quem é louco?
Enviado por Sandra Silva,
Alegrete-RS
6 janeiro, 2008
O presidente Lula vai visitar um
hospício e é recepcionado por uma comissão
de pacientes.
- Viva o Lula!...Viva o Lula!...Viva
o Lula!... - gritavam eles, entusiasmados.
Ao ver um deles calado, um assessor de Lula pergunta:
- E você, por que não
está gritando "Viva o Lula"?
- Porque eu não sou
louco, sou o psiquiatra!
Interpretação
de marido
Enviado por Joni Lopes,
Teresópolis-RJ
13 abril, 2008
O marido chega em casa vindo do
hospital, de onde foi visitar a sogra. Sua esposa pergunta:
- Como está a minha mãe?
- Sua mãe está muito bem, saudável como um
cavalo e ainda viverá por muito tempo. Semana que vem ela
deverá receber alta do hospital e virá morar conosco
para sempre.
A esposa, surpresa, pergunta:
- Como pode ser? Ontem mesmo ela estava desenganada e a equipe
médica dizia que ela deveria ter poucos dias de vida!?
- Eu não sei como ela estava ontem, mas hoje quando perguntei
ao médico sobre o seu estado ele respondeu-me que eu deveria
preparar-me para o pior...
Antologia das sogras
Enviado por Mário Bomfim, Belo Horizonte-MG
29 novembro, 2007
- A garota chega para mãe,
reclamando do ceticismo do namorado.
- Mãe, o Mário diz que não acredita em
inferno.
- Case-se com ele, minha filha, e deixe comigo que eu o farei
acreditar!
- O homem leva um susto ao ouvir
de sua cartomante:
- Em breve sua sogra morrerá de forma violenta.
Imediatamente ele pergunta à vidente:
- Violentamente? E eu? Serei absolvido?
- Um homem encontra seu amigo
na rua e lhe diz:
- Cara, você é igualzinho a minha sogra, a única
diferença é o bigode!
- Mas eu não tenho bigode!
- Taí a diferença: minha sogra tem...
- O cara foi à delegacia
e disse:
- Eu vim dar queixa. Minha sogra sumiu.
- Há quanto tempo ela sumiu?
- Há duas semanas.
- E só agora é que você me fala?
- É que custei a acreditar que fosse verdade!
- A sogra morreu e perguntam a
ele:
- Como vai ser o funeral? Enterramos ou cremamos?
- Os dois! Não convém facilitar!
- O cara voltava do enterro da
sogra, quando, ao passar por um prédio em obras, um tijolo
caiu lá de cima e quase acertou a cabeça dele.
Irado, olhou pra cima e gritou:
- Já chegou aí, né jararaca? E continua
com má pontaria!
- - Querido, aonde está
aquele livro "Como viver 100 anos?"
- Joguei fora!
- Por quê?
- Sua mãe vem nos visitar amanhã e não
quero que ela fique lendo essas coisas!
- Sala de espera de um grande
Hospital. O médico se dirige a um cara muito
nervoso e diz:
- Tenho uma péssima noticia para dar: a cirurgia que
fizemos em sua mãe...
- Doutor, não é a minha mãe. É minha
sogra!
- Bem, como eu ia dizendo, tenho uma boa notícia para
lhe dar!
- O sujeito bate à porta
de uma casa. Assim que um homem abre, ele diz:
- O senhor poderia contribuir com o "Lar dos Idosos"?
- Claro! Güenta aí que eu vou buscar minha sogra...
- Qual a punição
por bigamia?
Resposta: Duas sogras
- A mulher comenta com o marido:
- Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por
pouco não bateu na cabeça da mamãe...
- Maldito relógio! Sempre atrasado...
O homem e o avestruz
Enviado por Eduardo
Scarpelli, Belo Horizonte-MG
22 outubro, 2007
Um homem e um avestruz entram num
restaurante. A garçonete pergunta o que vão pedir.
- Um hambúrguer, batatas
fritas e uma coca, diz o homem.
- Eu quero o mesmo - fala o avestruz.
A garçonete traz o pedido
e a conta no valor de R$ 32,50. O homem coloca a mão no
bolso e tira o valor exato para pagar a conta.
No dia seguinte, o homem e o avestruz
retornam.
- Um hambúrguer, batatas
fritas e uma coca, pede o homem.
- Eu quero o mesmo, diz o avestruz.
De novo, o homem coloca a mão
no bolso e tira o valor exato para pagar a conta. E Isso
se torna uma rotina, até que um dia a garçonete
pergunta:
- Vão querer o mesmo?
- Não, hoje quero um filé à francesa com
salada, diz o homem.
- E omesmo para mim, ordena o avestruz.
Após trazer o pedido, a
garçonete apresenta a conta:
- Hoje são R$ 87,60.
O homem põe a mão
no bolso, tira o valor exato e o coloca na mesa. A garçonete,
não controlando a curiosidade, pergunta:
- Desculpe-me, senhor, mas
como faz para ter sempre o valor exato a ser pago?
- Há alguns anos eu achei uma velha lamparina. Enquanto
a esfregava para limpar, apareceu um gênio que me ofereceu
a realização de dois desejos. Meu primeiro desejo
foi que eu tivesse no bolso sempre a soma exata que precisasse
para pagar o que quisesse.
- Que idéia brilhante! A maioria das pessoas só
deseja ter uma grande fortuna ou algo assim. Mas o senhor vai
ser tão rico quanto quiser, enquanto viver!
- É verdade, tanto faz pagar um litro de leite ou uma BMW,
tenho sempre
o valor necessário no bolso!
- Mas agora o senhor vai me explicar o avestruz, né?
- O meu segundo desejo foi ter como companhia alguém com
uma bunda grande, pernas compridas e que concordasse comigo em
tudo...
A velhinha fofoqueira
Enviado por Joni
Lopes, Teresópolis-RJ
4 setembro, 2007
São dois pescadores gêmeos.
Um casado e o outro solteiro. O solteiro tinha uma barca bem velhinha.
Um dia, a mulher do primeiro morre. E como desgraça nunca
vem só, a barca do irmão afunda no mesmo dia. Uma
senhora, uma destas velhotas curiosas e fofoqueiras, que soube
da morte da mulher, resolve dar os pêsames ao viúvo.
Mas confunde os irmãos, e acaba falando como outro, o que
perdeu a barca.
- Eu só soube agora... Que perda enorme. Deve ser terrível
para você.
E o pescador, sem entender direito, foi logo respondendo:
- Pois é. Eu estou arrasado. Mas é preciso enfrentar
a realidade. De qualquer modo, ela já estava bem velha
e acabada. Tinha a parte traseira toda arrebentada, fedia muito
a peixe e vasava bastante. É verdade que ela também
tinha uma grande racha na frente e um buraco grande atrás,
que cada vez ficava maior... Mas eu acho que o que ela não
agüentou foi com a quantidade de pessoas em cima dela. Principalmente
uns amigos que tenho que sempre lhes disse para irem com calma,
mas, desta vez foi muita gente em cima e foi demais para ela...
A velhinha fofoqueira desmaiou!!!
Anedotas
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Música
de fundo em arquivo MID (experimental):
"Samurai"
em variações, de Djavan
Nota para a seqüência Midi: ****
Caro(a)
amigo ou amiga,
As anedotas acima,
em princípio, foram selecionadas para distraí-lo(a), edificar
em você o otimismo e dar-lhe boas razões para desfrutar o melhor
de sua vida. A alegria é a essência do ser humano.
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textos que não façam abordagens explícitas ou implícitas de temas
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O editor
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do Jornal
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Amigos agradece a seus colaboradores e incentiva os leitores a
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anedotas, receitas culinárias, casos interessantes, qualquer
coisa que possa interessar seus amigos. Escreva para o e-mail:
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